domingo, março 29, 2009

CLUBE DE PLANEJAMENTO DE MINAS GERAIS



Debater ideias e visões distintas, em uma troca sinérgica e saudável de experiências. É a filosofia que norteou a criação do Clube de Planejamento de Minas Gerais (CPMG), lançado quinta-feira, em evento que contou com três palestras sobre o mercado, reunindo mais de 150 participantes, entre profissionais de planejamento das diversas disciplinas da comunicação, publicitários de várias especialidades, executivos de veículos, acadêmicos e estudantes.Abrindo o encontro, Adriana Machado (Tom Comunicação), presidente do CPMG, afirmou que “há algum tempo queríamos iniciar aqui um movimento semelhante aos que vimos acontecer em outros lugares. Mas, embora nunca tenha nos faltado vontade, faltava a conjugação de todas as outras coisas: tempo, articulação, disposição simultânea. Agora, tudo se sincronizou”, enfatizou.


CENÁRIO O lançamento do CPMG, prestigiado pela presença de representantes das principais agências mineiras, teve a primeira palestra feita por Ana Paula Cortat (VP de Planejamento da Leo Burnett). Com 25 anos de carreira, a mineira de Manhuaçu abordou aspectos do cenário atual, como a dificuldade de prever o futuro, o medo do colapso e a urgência de repensar as sociedades e os negócios para dar respostas à crise mundial. Ao se referir às mudanças na maneira como as pessoas estão se relacionando com o mundo e às tendências do mercado, Ana foi incisiva: “É nossa obrigação valorizar o cliente e ajudá-lo a ‘subir o teto’ no que é nossa área”.A planejadora ainda declarou: “O foco não está mais no problema, mas na busca de soluções criativas. O briefing é um processo orgânico, vivo, que está nas ruas, nos jornais, nos shoppings, na cabeça das pessoas com quem nos relacionamos. O planejamento constrói pontes entre as mentes humanas e as máquinas, o que faz uma grande diferença nas agências”.


MARCAS O presidente do Conselho do GP de São Paulo, Ken Fujioka (JWT), abordou o tema Como as marcas lidam com a comunicação em tempos de crise, a partir do pressuposto de que nenhuma “marca é uma ilha”. Ken apresentou alguns arquétipos de comportamento das marcas em tempos de crise: otimista (“tudo vai dar certo”); engajada (“não dá pra ficar parado”); nostálgica (“saudade dos bons tempos”); orientadora (“o conhecimento aplaca a ansiedade”); fiadora (“pode contar comigo nas horas boas e ruins”); multiplicadora (“em tempos bicudos, seu dinheiro deve render mais”); oportunista (“enquanto uns choram, outros vendem lenços”); e bem-humorada (“rir é o melhor remédio”).Ao abordar esses arquétipos, Ken exemplificou com a exibição de alguns filmes de campanhas criadas recentemente, após a crise. Na conclusão, afirmou: “O planejador não tem que ser vidente, mas tem que conhecer o baralho”.Daniel Artur (AlmapBBDO) também deu sua contribuição. O planner acredita que o trabalho do bom planejador é questionar. “Uma preocupação para que as mudanças constantes sejam traduzidas em bons negócios é: que questionamentos devem ser feitos?”, disse.Segundo Daniel, criar é recriar. “A comunicação é sinônimo de consenso, ação comum; e, na publicidade, um consenso clássico é o consumo: o papel do planejador é mostrar as tendências que surgem das coincidências.”


ATUAÇÃO E PROGRAMAÇÃO Gustavo Jabrazi (Filadélfia Comunicação), diretor-financeiro do CPMG, explicou quais são as três frentes de trabalho da entidade: qualificar melhor a atuação da propaganda em Minas Gerais por meio do fomento ao profissional de planejamento; aproximar os planejadores do mercado para que todos trabalhem melhor e levar o clube ao meio acadêmico.No encerramento, Mônica Carneiro (Fala!), vice-presidente do CPMG, responsável pelo pontapé que deu origem o clube, observou: “Essa iniciativa é simples, rica e objetiva, tanto em conteúdo como em propostas, desejos e pessoas. O desafio de manter esse elo agora é de todos”.


sexta-feira, março 27, 2009

iPhone: mocinho ou vilão?


Ninguém questiona que o iPhone revolucionou a telefonia móvel. Da interface dos aparelhos ao incrível aumento no trânsito de dados, o celular lançado em por Steve Jobs criou novos parâmetros para o negócio e virou referência singular. Mas esse excesso de influência é positivo para o mercado? Durante as apresentações e debates da manhã de hoje no Mobile Marketing Fórum (MMF), realizado em São Paulo, alguns convidados defenderam que a busca pela excelência do padrão iPhone atrapalha a transformação dos celulares em um meio de massa para os anunciantes.


Para Eddie Callaghan, da Jinny Software, é preciso olhar além do hype do iPhone na hora de criar aplicativos, promoções ou anúncios para aparelhos móveis. "Temos 4 bilhões de celulares no mundo, e apenas 17 milhões de iphones. A verdade é que o acesso a internet por celulares continua muito baixo no mundo", afirmou. Para ele, quanto mais avançada a tecnologia maior a restrição de acesso. "Um anúncio não deve ser desprezado porque parece simples demais ou entediante. Dependendo do seu público alvo, pode ser a maneira correta de enviar a sua mensagem."Fernanda Magalhães, gerente do Mobext, disse que uma das premissas da empresa para o mercado móvel é a abrangência da maior quantidade possível de aparelhos.


"Nas nossas iniciativas em mobile, a taxa de click do usuário de aparelhos slim é muito maior do que a de usuários de iphone ou smartphones", revelou. Samantha Jones, coordenadora de negócios do UOL, já havia demonstrado resultados parecidos em sua apresentação, a primeira deste último dia do MMF.Do lado do iPhone, Ado Fonseca, CEO da Mobimarket, e Elisa Calvo, do Terra, reafirmaram que o foco principal das ações de suas companhias no mercado de celulares continuará sendo os usuários do aparelho da Apple e dos smartphones.


"O i-Phone é uma revolução, sim. Nosso foco é no mercado A-B. E esse mercado vai ser touch", afirmou Elisa, em uma referência à interface do iPhone. "Esse é um mercado de inovações. Temos sempre que pensar no próximo passo, achar uma solução que possa causar impacto", concordou Fonseca.

quinta-feira, março 26, 2009

Mexa-se ...

Campanha em rede de lavanderias.


segunda-feira, março 23, 2009

COCA COLA

OLHA QUE PROPAGANDA INCRÍVEL....

quinta-feira, março 19, 2009

Para que serve uma relação?



Para que serve uma relação?


"Uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil. Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom e merece ser desenvolvido. Algumas pessoas mantém relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração.Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado. Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo. Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro quando o cobertor cair.Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.”

quarta-feira, março 18, 2009

O ERRO




Erro é um vício no processo de formação da vontade, em forma de noção falsa ou imperfeita sobre alguma coisa ou alguma pessoa.
Erro é um dos vícios do consentimento dos negócios jurídicos. A manifestação de vontade é defeituosa devido a uma má interpretação dos fatos.

Direito brasileiro
Para tornar anulável o negócio jurídico, no Direito Brasileiro, o erro deve ser substancial (erro quanto à pessoa, objeto ou natureza do negócio), cognoscível (isto é, devido ao princípio da boa-fé o negócio jurídico é perfeito se for impossível para a outra parte saber do erro) e escusável (qualquer pessoa de inteligência normal cometeria aquele erro).

Começei citando isso pois, em algumas profissões não é permitido errar, é cobrado a perfeição , sem falhas. Um erro pode ser fatal,; um paciente pode morrer em instantes, o juiz pode anular uma ação, um cliente pode se sentir lesado...enfim..ERROS na maioria das vezes são imperdoáveis...
Ontem aconteceu uma coisa muito ruim comigo, por causa desses erros, erros que te fazem pensar se esta com a pessoa certa? Se confia nela? Se quer seguir em frente?Então a confiança esta muito ligada ao erro..e dependendo dele....acaba a confiança..
Foi isso que aconteceu com meu realcionamento com minha advogada...

terça-feira, março 17, 2009

Campanha Tigor 60 anos

Vejam esta ação para comemorar os 60 anos da marca Tiger, criada pela Amsterdam Worldwide.








segunda-feira, março 16, 2009

AMIZADE

ADOREI RRSSSSSSSSS

OTIMA CAMPANHA...

domingo, março 15, 2009

DONA FLOR E SEUS DOIS MARIDOS


O magia de Jorge Amado está de volta aos palcos mineiros. Neste fim de semana, a adaptação do clássico Dona Flor e seus dois maridos chega ao Grande Teatro do Palácio das Artes para mais três apresentações. A temporada local se soma à bem-sucedida trajetória da premiada montagem, já vista por mais de 150 mil pessoas em mais de 25 cidades do Brasil. “O sucesso se deve ao texto de Jorge Amado, que escrevia para o povo, independentemente da classe social. Escrevia bem a cama, a mesa, as crenças de nosso povo e também a força do elenco. Não há um que se destaque. E sim os três”, diz Marcelo Faria, que interpreta o personagem Vadinho.
ADOREI A PEÇA...

quinta-feira, março 12, 2009

Azul da Cor do Céu


Cartaz da Berger Paint pela JWT de Mumbai. Esta azulzinho da mesma cor parece retocado, mas a idéia é boa.

terça-feira, março 10, 2009

WPP se torna maior do mundo

Com faturamento de US$ 13,6 bi em 2008, grupo inglês ultrapassa o norte-americano Omnicom e vira o líder global do mercado publicitário
O grupo britânico de comunicação WPP, dono de redes como Y&R, Ogilvy e JWT, ultrapassou o norte-americano Omnicom, prorietário de BBDO, DDB e TBWA, e torna-se o maior conglomerado de agências de publicidade do mundo.Liderado por sir Martin Sorrell, o WPP obteve receitas de US$ 13,6 bilhões em 2008, ficando um pouco à frente do rival, que teve US$ 13,4 bi. Na terceira colocação ficou o Interpublic, dono da McCann Erickson, com US$ 7 bilhões, à frente do Publicis Groupe, dono das redes Publicis e Saatchi&Saatchi, que obteve US$ 6,9 bi.A aquisição da empresa de pesquisa TNS foi fundamental para o WPP alcançar a liderança, como aponta o Advertising Age. Como o fato ocorreu em outubro, o grupo britânico acrescentou à somatória das receitas os dois últimos meses de 2008 da companhia comprada. Se fosse considerado todo o ano da TNS, as receitas totais subiriam para US$ 15,4 bi.Nos últimos anos, Sorrell adotou a estratégia de adquirir empresas como TNS, Grey Group e 24/7 Real Media, tendo o claro objetivo de ficar à frente do Omnicom. Por outro lado, o grupo já soma uma dívida total de US$ 8,2 bilhões, contra US$ 3,1 bi do rival.

EU VOU..........


domingo, março 08, 2009

DIA DAS MULHERES

SEM PALAVRAS...

ISSO É UMA MULHER DE VERDADE

PARABENS..

sexta-feira, março 06, 2009

De qualquer lugar

Para mostrar as vantagens do novo serviço de acesso a web da Vodafone, que permite você acessar a internet em alta velocidade de qualquer lugar, a agência Waksman instalou partes do seu escritório em peças de mídia exterior para dar o seu testemunho de que o serviço é realmente bom.






quinta-feira, março 05, 2009

Minas Gerais cria Clube de Planejamento de Comunicação


Reunião agendada para 24 de março, na sede do Sindicato das Agências de Propaganda de Minas Gerais (Sinapro-MG), irá formalizar a criação da entidade e definirá sua primeira diretoria


O mercado publicitário mineiro passa a contar com o Clube de Planejamento de Comunicação de Minas Gerais (CPMG). A entidade nasce com a proposta de promover e desenvolver a disciplina de planejamento e a profissão de planejador no estado, tendo como inspiração os Acccount Planning Groups do Reino Unido (APG-UK) e dos Estados Unidos (APG-US).


A primeira reunião do clube está prevista para 24 de março, na sede do Sindicato das Agências de Propaganda de Minas Gerais (Sinapro-MG). Na oportunidade os profissionais fundadores formalizarão a criação do CPMG e definirão a composição de sua primeira diretoria.Fazem parte do grupo de fundadores do clube Adriana Girão (Lápis Raro), Adriana Machado (Tom Comunicação), Gustavo Jabrazi (Filadélfia), Mônica Carneiro (Fala!) e Marcus Vinicius Ribeiro (Fala!). Ainda apóiam o projeto Daniel Artur (AlmapBBDO), Ana Paula Cortat (Leo Burnett) e Ken Fujioca (JWT).

terça-feira, março 03, 2009

Momentos Mágicos



Um olhar
Um sorriso
Um abraço...
Pequenos gestos,
Grandes significados
Doces palavras
Incendeiam a alma
Ou um beijo para o momentos
em que já não houver palavras....
O coração acelera
O corpo treme todo
A voz teima em sair
Momentos que não precisam ser eternos
Para serem inesquecíveis...
Momentos Mágicos!!!

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Contagem Regressiva


Falta pouco menos de um mês....para tirar meu aparelho.........
vamos festejar ...
afinal quase 10 anos.
TO FELIZ DEMAIS RS

O mundo das marcas em Salvador

Na guerra das marcas, anunciantes fazem de tudo para se destacar em meio à multidão no carnaval da capital baiana.




Um enxame de gente. Essa é a definição dada na letra da música "Chame Gente", de Moraes Moreira, um dos hinos da Bahia, para o Carnaval de Salvador. E é exatamente o que acontece na capital baiana durante os seis dias oficias de festa. Cerca de dois milhões de pessoas se alternam entre os circuitos oficias - Dodô, Osmar e Batatinha -, festas nos bairros mais afastados do centro, nos largos do Pelourinho e no palco do rock, na praia de Piatã. Os números assustam mesmo quem conhece a festa: são cerca de 400 saídas de blocos, com aproximadamente 240 trios diferentes.


Junto com a multidão, um turbilhão de marcas aproveita todos os tipos de possibilidade para estarem junto ao público. Blimps e patrocínios nos trios, forte investimento nos camarotes e ações de guerrilha. É incontável o número de possibilidades oferecidas aos anunciantes e de ações realizadas na festa do Momo.


Em 2007, para tentar organizar toda essa mistura, a Prefeitura de Salvador realizou uma concorrência. Um dos principais objetivos da parceria pública-privada era locar mais verba para que a festa se tornasse mais bem organizada. E quem levou a melhor foi o consórcio formado pelas agências Tudo e OCP.Para este ano, Itaú, Nextel e Nova Schin vestem toda a cidade, aparecendo dentro do contexto criativo criado pela Tudo para as marcas se adequarem ao Carnaval - cada cota tem o valor de R$ 1,85 milhão. Comparado com 2008, o patrocínio de empresas privadas diminuiu 7,5% - o que equivale a cerca de R$ 600 mil.


A parceria conseguiu captar R$ 7,47 milhões, com as cotas máster, o apoio da Petrobras, da rede de supermercados Todo Dia e da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa). "De R$ 2,9 milhões de captação em 2007, alcançamos em dois anos cerca de R$ 10 milhões no montante de negócios. Isso é fantástico. Estamos finalizando este que é um modelo que acho que é super vitorioso. Não há nada parecido com isso se compararmos com eventos parecidos, como as festas de Réveillon do Rio de Janeiro e de São Paulo", explica Maurício Magalhães, presidente da Tudo.


Captação customizada


O executivo tira três lições dessa primeira parceria - a nova licitação ainda não está definida pela Saltur (Empresa Salvador Turismo), órgão da Prefeitura. "Não está no DNA de governos e prefeituras a captação de patrocínios. Esse modelo de licitar ou contratar empresas especializadas nessa captação é totalmente positivo. A segunda é que o Poder Público tem que conseguir fazer respeitar os contratos. Direitos de arena, combate à pirataria, por exemplo. E a união dessas duas primeiras forma a terceira, importantíssima: o estímulo à concorrência livre". Magalhães afirma isso porque quem não está nas cotas oficias pode buscar novas alternativas, como blocos e camarotes. E dá como exemplo a Fórmula 1. "Veja a maturação e a maturidade da F1. Os segmentos competem. Umas empresas estão nas equipes, outras nos circuitos e outros anunciantes no pódio. O que importa é que a regra do jogo está estabelecida. Em poucos lugares você vê uma competição tão grande como você vê no Carnaval de Salvador." É impossível definir o número de marcas que aparecem espalhadas em todos os tipos de ações. Além das cotas oficiais, os anunciantes estão principalmente nos camarotes e nos trios. Ano a ano a participação dos anunciantes no circuito Dodô, que liga a Barra à Ondina, cresce, em detrimento ao outro caminho, mais tradicional, o de Campo Grande. "Os veículos alimentam a festa e a festa alimenta os veículos. Os veículos não pagam direito de arena, mas ao mesmo tempo dão exposição aos anunciantes. É um ecossistema bem desenvolvido, com três guarda-chuvas: o carnaval oficial da Prefeitura, os blocos e camarotes e os veículos. Cada um tem seu conjunto de propriedades e patrocínios.


Esse modelo se retroalimenta porque não existe camarote fora dos circuitos e não existe transmissão sem a presença das pessoas", explica o executivo.Um exemplo claro disso foi a participação da Nextel este ano. Para comunicar ao País que está chegando ao Nordeste - e à cidade de Salvador - a operadora apostou num mix de mídia interessantíssimo. Como cotistas máster, está na cidade toda, nas placas comemorativas do Carnaval e patrocinou o camarote Contigo/Daniela Mercury, um dos que mais tem exposição na festa. "Podemos dividir o benefício em duas partes. A primeira é o reconhecimento da marca, com o patrocínio máster do Carnaval, que alcança o Brasil todo. No camarote, trabalhamos o relacionamento.


No Nordeste em geral é importante você ser aceito pelas pessoas formadoras de opinião. Não adiantaria nada envelopar toda cidade senão conseguíssemos nos relacionar com o público", conta Maurício di Roberto, gerente de novos negócios da marca. "Todo esse exciting que geramos no mercado durante o pré-lançamento estamos colhendo agora. Os números estão superando e muito o que era previsto. Mesmo antes do Carnaval já havíamos superado a previsão para todo o mês de fevereiro", finaliza Roberto.Quem também estava no camarote de Daniela e é máster da festa é o Itaú. "Patrocinar o Carnaval da Bahia está dentro da plataforma de valorizar o que o Brasil tem de melhor. E o espaço do camarote ainda está localizado do lado de uma agência, o que nos deu novas possibilidades", fala Cristiane Magalhães Portella, diretora de marketing da instituição.


Outros grandes anunciantes do País - e também locais - ainda realizam suas ações na festa. Cerveja Sol, Bradesco, Gillette, Banco do Brasil, Havaianas, Nokia, Sony Ericsson, Ponto Frio, Vivo, Garnier, Casas Bahia, Lojas Insinuante e Shopping Iguatemi Salvador são outros que aparecem diversas vezes como patrocinadores de blocos e trios. Bell, o queridinhoMesmo com Ivete Sangalo, que se vestiu de rainha Dalila, Durval Lelis, que apareceu com seu personagem Zombalino, o "Rei da Kizomba", e Cláudia Leitte, que promoveu um beijaço com o objetivo de quebrar o recorde mundial de beijos ao mesmo tempo, quem se destacou como grande "garoto-propaganda-prodígio" do Carnaval foi Bell Marques, do Chiclete com Banana. Além de contar com seu camarote, o do Nana, a banda sai nos dois circuitos com diferentes patrocinadores. "Ele consegue mover todas as fatias da população. Nós encontramos na figura do Bel um líder cultural", conta Antônio Baltar Jr., gerente de marketing da Ford Brasil. Este é o oitavo ano consecutivo que a montadora aposta no Chiclete. "Nosso retorno é sempre muito bom, atrelando as campanhas a promoções na cidade. E estamos muito felizes com a estratégia montada pela Aktuell e pela JWT", explica Baltar. Nos blocos foram distribuídas mini-guitarras infláveis - marca registrada do cantor. Dentro do camarote, a Aktuell assinou o espaço Mecânica Guitar Hero, onde os foliões puderam tocar as músicas do grupo.Já a Credicard usou o sucesso do cantor de outra forma. A Publicis criou um jingle com o conceito da campanha atual da marca - O melhor da vida passa aqui -, que Bell cantou nos trios nos dias da folia.Duas marcas aproveitaram a festa para apresentar suas novas plataformas. A Skol levou para o conceito "Skol Folia" para seus dois blocos e seu camarote, localizado num dos melhores locais da Barra. O nome acompanhará a marca durante o ano todo e deu um bom exemplo da mistura que pretende promover: um dia uniu o cantor Latino com a banda Psirico na avenida. No outro, escalou David Guetta, Armin Van Buuren e Pete Tong - três dos mais renomados DJs da atualidade - para levar o melhor da música eletrônico para o Carnaval.Já a Smirnoff lançou a plataforma de consumo consciente "Exagerou, Perdeu". "Queremos levar ao público o conceito de consumo inteligente de bebidas alcoólicas", explica Álvaro Garcia, gerente de marketing da Diageo. "Hoje todos temos uma vida muito atribulada. Se o cara exagera, ele acaba não aproveitando as chances", fala Garcia. Segundo o gerente, o Carnaval foi o início dessa grande mensagem, que durará o ano todo e que consumirá 30% dos investimentos da marca em publicidade. Glamour da BarraEnquanto no circuito de Campo Grande são encontrados poucos camarotes privativos - a passarela oficial conta com os estúdios das emissoras de TV e rádio, o espaço da Prefeitura e os camarotes da Central e Axé Mix -, a Avenida Oceânica, no Barra/Ondina, reúne mais de 20 locais com venda de convites ao público, além dos espaços só para convidados. Este ano, as musas Ivete Sangalo e Claudia Leitte, além do próprio Chiclete com Banana, abriram mão de um dia de desfile no Campo Grande para darem mais visibilidade ao circuito da Barra, à beira-mar e mais curto. Além disso, é nele que fica a maioria dos turistas que vão a Salvador. Para se ter uma idéia, apenas na terça-feira, 24, 10 mil pessoas desembarcaram no porto da cidade, vindos de 12 navios de diversas partes do Brasil e do exterior.Com o crescimento da presença do público de alta renda nos espaços - que cobram entre R$ 200 e R$ 700 por noite de festa -, as marcas consideradas Premium se voltaram para a folia. O camarote Skol Folia contou com a presença da Calvin Klein oferecendo customização dos abadás e da marca italiana de óculos Carrera mostrando suas novidades, em ação idealizada pela Safilo, além da presença da Givenchi. Já o Salvador 2009 contou com um lounge da Wish Report, com as marcas Mont Blanc, Cartier, Givenchi e Swarovski.


O Camarote do Reino disponibilizou o "Vôo de Rei": um serviço inédito para os foliões, com um passeio de helicóptero de cerca de 10 minutos, com direito à vista panorâmica da festa nos circuitos e na Baía de Todos os Santos. Já o segundo ano do camarote Monte Pascoal contou com outras novidades. A grande novidade foi a presença do chef Rafael Spencer, que passou pela cozinha de grandes hotéis na Europa - como o Sheraton Milão. "Tivemos um leque de opções, o diferencial para o folião. Foram seis pratos quentes, mais opções de entradas, de comida japonesa e caldos", conta Spencer. O hotel ainda investiu R$ 60 mil num programa de computador chamado HACPP (Ponto de Controle Crítico de Análises de Risco, na sigla em inglês), sistema que identifica e analisa os perigos associados com a produção de alimentos.O espaço, que loca vaga para o estúdio oficial da Bandeirantes, ainda quer incrementar suas possibilidades com a "customização" de seus andares. Este ano, o 1º andar do hotel ficou reservado para o espaço Unique, com a presença de convidados do empresário Paulo Varella. "A idéia, para os próximos anos, é montarmos mais espaços nos oito andares, como lounges, para mais empresas", explica Daniela Rossetti, gerente de marketing do hotel.Mas a preocupação com a ida dos blocos principais para a Barra já causa muita discussão entre os organizadores da festa. Para Jaques Wagner, do PT, governador da Bahia, "a tradição mora e deve ficar no Campo Grande". Para ele, o Estado deve fortalecer a história. "Já vamos começar a pensar em estratégias para dar força ao circuito da Avenida", completou.Também teve espaço para o público considerado de alto nível. O empresário Marcelo Checon, inspirado nas tardes de Ibiza, montou o Concept Hotel by Mercure. Em parceria com a Accor Hotels, e ao lado da agência Boom, um dos hotéis da rede foi fechado para o público e contou com a presença de cerca de 600 convidados por dia.Com investimentos que giraram R$ 1,5 milhão e patrocínio de Samsung, energéticos Burn, Terra e do programa Smiles, da Gol, o hotel recebeu aproximadamente 400 hóspedes. Também estiveram no evento as marcas Vogue Eyewear, Carmen Steffens, Los Dos, Pokopano e Bob Store. "Eles, literalmente, dormem no evento e participam de diversas ações das marcas", explica Leandro Wyatt, presidente e diretor de criação da Boom. Segundo Checon, o contrato com a rede francesa de hotéis vai até 2014. "Existe a possibilidade de ampliação para outras datas. A idéia é levar conteúdo para dentro do hotel", explica o empresário.O grande-irmãoDurante a festa, também, as atenções de toda a mídia nacional se voltam para os dois circuitos. A cobertura oficial ficou com TV Bandeirantes, Band FM, Revista Caras e do portal Terra. Mas todos os principais veículos de comunicação estiveram na festa, cada um com seu estúdio para entradas ao vivo. A TV Bandeirantes, que concentra suas atenções para a Barra, contou com patrocínio de Coca-Cola, Unilever, Bradesco, Uol e Ambev.A Globo, que deixa um pouco de lado a festa de Salvador para centralizar seus esforços nos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro e de São Paulo, preparou uma ação especial neste ano.


Levou dois participantes da casa do Big Brother Brasil diretamente para o Bloco da Barra, trio de Cláudia Leitte que estreou este ano na avenida, com patrocínio de Itaú e Guaraná Antarctica.O Terra, por sua vez, montou seu estúdio ao lado do camarote Expresso 2222, o que possibilitou a participação de famosos durante a festa. Com patrocínio de Dell, Itaú, Nokia e Renault, o portal preparou uma cobertura que contou com cerca de 60 profissionais e mais de 60 horas de transmissão, para o Brasil e cobertura especial para a América Latina. Durante os sete dias da festa - contando a quarta-feira de cinzas, o portal contabilizou 18 milhões de streamings (ao vivo e on demand), com 350 mil horas assistidas de vídeo.As revistas de celebridades montaram seus QGs em pontos opostos do circuito Barra/Ondina. Na Barra, dentro do camarote de Daniela Mercury e pelo segundo ano consecutivo, estava a Contigo. O espaço - patrocinado por Always, Chevrolet, Havaianas, Nextel e Seda -, contou com uma exposição com as capas e histórias que marcaram os 45 anos da publicação. A capa da edição da semana passada, inclusive, foi produzida no camarote, com a presença da própria Daniela ao lado dos galãs Juliana Paes e Cauã Reymond. Outra edição será enviada a toda base de assinantes das revistas Veja, Playboy, e Men"s Health - cerca de 1,5 milhão de exemplares.Já a revista Quem montou seu camarote com o Planeta Othon, na chegada dos blocos na Ondina.


A publicação terá duas edições especiais de cobertura, com suplementos independentes da estrutura da revista. O camarote este ano contou com um dia especial de festa, na quinta-feira, 19, com um show especial do Jota Quest. Os patrocinadores do espaço foram Renault, cerveja Sol, O Boticário e Havaianas, com apoio da Batavo.A crise do BeijoQue a crise atingiu a festa, não há dúvida - pelo lado positivo e pelo lado negativo. Se algumas empresas puxaram o freio e deixaram de investir nos trios, outras ampliaram sua participação. Além disso, a ocupação nos hotéis da capital chegou a 95%, contra cerca de 85% em 2008. Mesmo assim, alguns blocos ficaram de fora da festa."Se não conseguimos patrocínio, o bloco não sai". Assim define Beto Bonfim, da ShowMix Produções, sobre a real situação dos trios. Enquanto uma minoria consegue ótimas parcerias - principalmente por causa da exposição na mídia -, grande parte dos blocos luta para conseguir um apoio para estar na avenida. "Para botar um bloco na rua, para três dias de festa, por exemplo, é necessário cerca de R$ 350 mil. Sem isso, não dá. E não é só abadá. Tem o custo da segurança, dos cordeiros, sem contar os R$ 22 mil que pagamos de imposto para a Prefeitura", explica Bonfim.E foi por causa da falta de patrocinadores que o Bloco Beijo, um dos mais tradicionais do Carnaval e que comemora 25 anos em 2009, quase não sai. Por causa da falta de apoio e da pequena venda de abadás, os organizadores desistiram que colocar o bloco na rua a cerca de 10 dias da folia. Mas Bonfim decidiu que não deixaria o espaço do bloco vazio justo nessa data importante. Foi atrás das empresas e conseguiu acertar o apoio com Nova Schin, a empresa de plotagem Uranus, o Shopping Iguatemi e a rádio Castro Alves FM. "Não existe mágica para conseguir isso. Se a gente não criar nada que seja benéfico para o parceiro não tem jeito. A crise só atinge quem quer. O triste é quem bloco que ficou de fora por causa da falta de apoio", explica o empresário. Os contratos dos apoios já estão firmados até 2011, com a volta da Banda Beijo para 2010. Confira abaixo algumas fotos da festa.*O repórter viajou a convite da agência Tudo

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

CAMPANHA DE CERVEJA

OLHA A ORIGINALIDADE...E SEM PRECISAR DE MULHER


ADOREI ESSA CAMPANHA..

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

CARNAVAL OURO PRETO 2009

O Carnaval de Ouro Preto é um dos mais concorridos do país, atraindo anualmente milhares de foliões para as ladeiras da cidade. Para 2009, a Prefeitura de Ouro Preto definiu na última semana a programação do carnaval, buscando aliar boa estrutura e diversos pontos de atrações.

Adorei passar o carnaval la...como diz a musica de claudinha leite"Beijar na boca e ser feliz"...